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JANELA ABERTA

BSE

Encefalopatia Espongifrome Bovina

O aparecimento da BSE

Foi em 1987 que se assinalou, no Reino Unido, o aparecimento de uma nova doença neurodegenerativa fatal em bovinos.
Pelas características histopatológicas, ou seja, pelas lesões cerebrais observadas ao microscópio, esta doença foi denominada Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), ou como é mais vulgarmente conhecida, BSE (Bovine Spongiform Encephalopathy).
O número de casos desta doença nos animais foi aumentado progressivamente até um máximo registado em 1992, ano a partir do qual se tem registado na Europa um declínio, progressivo e sistemático da doença.
Trata-se de uma doença com uma evolução muito lenta, só surgindo sinais clínicos passados anos depois o agente ter sido introduzido no organismo dos bovinos (em média 5 anos).

Nova Variante da Doença de Creutzfeld-Jacob (nvDCJ).

Em 1995, foram diagnosticados, no Reino Unido, os primeiros casos em humanos de uma forma de Encefalopatia Espongiforme Transmissível desconhecida até à data – a chamada nova variante da Doença de Creutzfeld-Jacob (nvDCJ), actualmente conhecida como variante da Doença de Creutzfeld-Jacob (vDCJ).

No Reino Unido estão assinalados 156 casos, na Irlanda 1, na França 8, na Itália 1, no Canadá 1, e, recentemente alguns países assinalaram o primeiro caso: Japão, Holanda e EUA.
O facto do Reino Unido ser o país com o maior número de casos clínicos registados de BSE, confirmou o receio da possibilidade de transmissão da BSE aos humanos através do consumo de alimentos provenientes de bovinos infectados sem adequada inspecção sanitária nos matadouros. Assinale-se que os Serviços de Inspecção Sanitária Oficial só foram introduzidos no Reino Unido em 1994.

Diferenças

A variante da Doença de Creutzfeld-Jacob difere da forma já conhecida da Doença de Creutzfeld-Jacob sob diversos aspectos:

- os doentes atingidos pela vDCJ apresentam, em média, uma idade bastante inferior à dos pacientes com forma esporádica – a média de idade para a vDCJ é de 28 anos em comparação com uma média de 68 anos para a forma clássica;

- a progressão da doença é mais lenta nos pacientes com a vDCJ, de 13 meses passa-se para uma média de 4 meses no caso dos doentes com a nova variante;

- o quadro clínico da vDCJ é diferente, sendo caracterizado numa fase inicial por um quadro psiquiátrico com depressões ou ansiedade, evoluindo para um quadro em que se observam movimentos involuntários e sintomas sensoriais dolorosos, sendo também diferentes os padrões observados por electroencefalografia e nas imagens obtidas por ressonância magnética;

- finalmente, a vDCJ apresenta caracteristicas histopatológicas diferentes, caracterizando-se por uma intensa acumulação de proteína príonica anormal (PrPSc ), com um padrão característico.

Exposição humana

A exposição humana por via alimentar ao agente infeccioso da BSE está dependente de diversos factores:

1. O número de animais infectados que sejam abatidos para consumo humano ao longo do tempo;

2. O grau de infecciosidade dos tecidos dos animais que sejam abatidos em função do período de incubação da doença no momento do abate;

3. A eficácia das medidas de controlo aplicada com o propósito de salvaguardar a Saúde Pública;

4. O padrão de consumo de alimentos provenientes de bovinos na população.

Existem estudos que apontam para a possibilidade de transmissão da vCJD por transfusão de sangue e existe também a possibilidade de transmissão através da reutilização de instrumentos cirurgicos.
Note-se que a lista dos tecidos dos bovinos considerados de risco, mais vulgarmente denominados «Matérias de Risco Epecificadas» (MRE’s) tem vindo a ser sucessivamente alterada por força de regulamentação europeia.
Esta lista varia em função da idade do animal, incluindo presentemente nos bovinos com mais de 12 meses: crânio (incluindo cérebro e olhos), amígdalas, coluna vertebral (excluindo vértebras do rabo e apófises transversas das vértebras lombares mas incluindo gânglios das raízes dorsais e espinal medula. Nos bovinos com idade superior a seis meses são eliminados: cabeça inteira (excluindo a língua e incluindo o cérebro, olhos, gânglios do trigémeo e amígdalas), timo, baço e espinal medula, bem como intestinos do duodeno ao recto e, em bovinos de qualquer idade, o mesentério e as amígdalas.
Para além da remoção destes tecidos e desde 2001, são testados todos os bovinos com mais de 30 meses abatidos para consumo humano e todos os bovinos abatidos de urgência ou suspeitos de outra qualquer doença com mais de 24 meses, sendo destruídos todos os bovinos positivos, bem como os seus co-habitantes nas explorações de origem.

Situação em Portugal

Os primeiros casos de BSE diagosticados em Portugal remontam a 1990. Desde essa data e até Março de 2005, foram registados 963 casos de BSE no País.
Contudo, e tendo em conta o longo período de incubação da doença, bem como o facto de, no inicio da epidemia da BSE e até 1997, poderem ter ocorrido alguns casos que não foram adequadamente diagnosticados ou registados, é admissível que, em Portugal, tenham sido consumidos alguns bovinos contaminados.
Também durante o período crítico (entre 1985 e 1997) foram introduzidas no mercado nacional muitas carnes provenientes de países que não tinham sistemas de controlo particularmente eficazes.
A conjugação de todos estes factores terá provavelmente contribuído para uma exposição humana de magnitude não negligenciavel até 1997, data a partir da qual se começaram a remover eficazmente da cadeia alimentar os tecidos de bovinos que podem conter algum grau de infeciosidade.

Estas medidas permitem garantir a segurança para o consumidor nos animais abatidos nos matadouros oficiais. No entanto, a mesma segurança não é garantida nos animais abatidos em matadouros clandestinos ou nos abates para autoconsumo.

APSA

19-06-2005
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